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Miragem de Ostra Petrificada no Deserto Nesta paisagem, promovemos a contradição entre a secura de um deserto e a frescura de uma ostra que, tal como um oásis, aparece para nos satisfazer. O sabor a mar do bivalve contrasta com o “quente” do suave caril de Madras, num creme de funcho com sabores naturalmente anizados. Para fugirmos aos acordes, demasiadamente agudos para estarem sós, criámos a crosta de manteiga de cacau e algumas “pedras” de óleo de pinhão que complementam, como baixistas afinados, esta composição. Será mesmo uma miragem?
Preparação Para abrir as Ostras Água de ostras texturizada Para petrificar as ostras Com a ajuda de uma agulha ou de um palito bem fino e comprido, agarre a ostra pelo pedúnculo e passe-a por azoto líquido. Deixe que congele ligeiramente e componha a forma. Volte a passar por azoto e de seguida mergulhe-a no mycryo. Sacuda o excesso de mycryo e passe-a por azoto novamente. Passea-a por mycryo uma última vez e de seguida pelo azoto. Quarde no frigorífico. Repita a operação nas restantes ostras. Com as ostras apoiadas sobre papel vegetal em cima de gelo, polvilhe com o pó de prata e com a ajuda de um pincel pinte-as para que fiquem brilhantes. Passe o pincel pelo pó de ouro e finalize a pintura das ostras, despertando sombras e tornando-as mais reais. Para o caldo de funcho Para o creme de funcho com caril de madras Para a areia do deserto Ingredientes para 4 pessoas Ostras petrificadas Para a água de ostra texturizada Creme de funcho com caril de Madras Para a areia do deserto Para as pedras do deserto Para a areia de pinhões Ingredientes para finalizar |
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